Ataques Suicidas
Kamikazes e Sahids
Os ataques suicidas ao WTC e ao Pentágono sofridos pelos norte-americanos não foram os únicos que os Estados Unidos conheceram. No final da II Guerra Mundial, os pilotos kamikazes também escolheram a morte como um forma desesperada de tentar deter o poder americano.
O incêndio de Washington
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A guerra anglo-americana de 1812
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O presidente James Madison estava confiante que a milícia de seis mil convocados, vindos da Virgínia, dariam conta do recado. Deviam ser suficientes, calculou ele, para deter a ofensiva da frotilha dos britânicos, que navegava pelo Rio Pataxuten, prontos a atacar Washington, então a novíssima capital dos Estados Unidos. Mas que nada. Bastou umas canhonadas do general Ross para que os caipiras fossem postos a correr. Um vexame só. No dia 24 de agosto de 1814, as tropas inglesas marcharam pela avenida Pensilvânia numa cidade deserta.
Os oficiais invasores, ao ocuparem a Casa Branca, ficaram deliciosamente surpresos em ainda poderem jantar a refeição que havia sido preparada para o presidente Madison e sua esposa, em fuga naquele momento. No mesmo dia, o comandante inglês ordenou que todos os prédios públicos fossem incendiados em represália ao ataque que os americanos haviam feito um ano antes ao Canadá. Entre eles, a Casa Branca e o prédio do Capitólio arderam para valer. Este incidente da guerra de 1812-14, travada entre os EUA e a Grã-Bretanha, foi a única ofensa grave que os americanos sofreriam de estrangeiros em seu território ao longo dos dois séculos seguintes.
As diversas guerras
Desde então, nenhuma das suas metrópoles viu-se ameaçada por qualquer tipo de operação militar vinda de fora. Guerras é que não faltaram. Somente nos últimos cem anos, os Estados Unidos lutaram na guerra hispano-americana de 1898, na I Guerra Mundial, na II Guerra Mundial, na Guerra da Coréia e na Guerra do Vietnã, sem que, em nenhuma ocasião, a sua população civil se sentisse sequer amedrontada.
É perfeitamente natural supor-se que, até bem pouco tempo, os seus cidadãos se considerassem inatingíveis. Pertenciam à única superpotência que atravessara incólume todas as guerras em que participara. "God bless America!" De fato, parecia que Deus havia abençoado a América. Pois justamente neste momento de apogeu, quando exibiam-se no tablado mundial como os exclusivos vitoriosos do século, eis que, no 11 de setembro de 2001, foram surpreendidos pela violência dos ataques ao World Trade Center e ao Pentágono.
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