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Napoleão, a revolução coroada

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Várias sociedades de admiradores de Napoleão I celebraram em dezembro de 2004, em Paris, os 200 anos da coroação de Bonaparte.

No dia 2 daquele mês do ano de 1804, o jovem general republicano, cônsul desde o golpe do Brumário de 1799, tornou-se o primeiro imperador dos franceses desde o desaparecimento de Carlos Magno, falecido em 814.

Um plebeu assumia um cetro no lugar dos aristocráticos Bourbons que o fez ficar ainda mais famoso, abrindo desde então o caminho para o surgimento da sociedade dos talentos que até hoje carateriza o mundo contemporâneo.

Os complôs monarquistas

Napoleão Imperador (1804-1815)
Georges Cadoudal era corajoso, forte e avantajado como um touro. Homem da Bretanha, ele era um chouan, um monarquista ferrenho inimigo de morte da revolução de 1789.

Desde 1793 ele, no comando de esquadrões rebeldes erguera-se em armas contra República francesa. Por uns tempos exilou-se na Inglaterra. Napoleão, ao tornar-se Primeiro Cônsul em 1799, reconhecendo-lhe a valentia, propôs-lhe a anistia e o posto de general republicano. Foi pior. Georges Cadoudal, que era o Georges Danton da contra-revolução, jurou matá-lo.

Apoiado pelo Ministério inglês, o gigante camponês que amava fanaticamente os Bourbons, retornando clandestinamente a Paris, tratou de assassinar o Primeiro Cônsul na véspera do Natal de 1800.

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