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O Governo Geral dos Europeus


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Augusto, imperador europeu

O chanceler alemão Gerard Schroeder apresentou publicamente o primeiro esboço do que poderá vir a ser o futuro governo geral dos europeus. É a primeira tentativa séria de conjurar as múltiplas nações que compõem o Velho Mundo debaixo de um só regime que tem sua origem dentro do sistema democrático. As formas passadas, das época imperiais, como a romana, a carolíngea e a napoleônica, foram idealizadas e levadas a cabo por príncipes com poderes extraordinários sem que o povo fosse auscultado.

A Integração Romana


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O Panteão em Roma, a todos os deuses

A primeira administração pan-européia que se conhece foi estabelecida pelo imperador Otávio Augusto a partir das reformas que começaram a ser feitas no ano 27 a.C.. Terminado o longo ciclo das guerras civis romanas, iniciado com a morte de Júlio César em março de 44 a.C., finalmente seu herdeiro e sucessor teve as condições necessárias para levar a cabo o grande projeto da pax romana.

Otávio separou as províncias romanas entre dois tipos de administração: as imperiais e as senatoriais. Denominou de senatoriais as províncias mais antigas que estavam geograficamente mais protegidas, no centro da estrutura imperial, e que portanto prescindiam de cuidados militares maiores para protegê-las, deixando as demais sob tutela dele próprio, do imperador. As imperiais formavam por assim dizer o cinturão externo do império e em conseqüência disso estavam sujeitas aos sistemáticos ataques às suas fronteiras.


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O Império Romano em sua extensão máxima

O Corpo e as Partes


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As estradas eram o nervo do império

O corpo central do enorme edifício imperial, que foi sendo ampliado pelos sucessores de Augusto, era formado por Roma e suas regiões vizinhas. Era um complexo político de regiões subordinadas e associadas que dava ao imperador o controle sobre toda a Península Itálica. A partir dali, uma intrincada teia de ligações se fazia por vias (estradas) ou por rotas marítimas pelo Mare Nostrum (Mediterrâneo) com todas as demais partes do império. Embaixo desta enorme esfera de poder, viviam sírios, egípcios, judeus, fenícios, filisteus, assírios, árabes, berberes, púnicos, gregos, trácios, macedônicos, itálicos, dácios, celtas, iberos, germanos, gauleses e bretões. Além de dominar inteiramente as duas margens do Mediterrâneo, os romanos exerciam presença no Mar Negro (Pontus) e sobre o litoral atlântico da Europa até a embocadura do Escalda. Um corpo político que estendia-se do deserto do Saara na África às muralhas da Adriano (que separava a Britânia da Escócia), sendo, portanto, muito mais ampla em tamanho do que as outras administrações imperiais puramente européias que surgiram mais tarde.

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