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Roma, o governo dos libertos - parte 2
Libertos e bárbaros Assim, quando chegou a vez de Cláudio reinar (de 41 a 54) nada mais lhe restou senão que apelar para a criadagem para tocar as coisas do estado, gente como o eunuco Posídes, o general Félix, um animador de espetáculos como Harpocrates, a Narciso seu secretário, e Palas seu intendente, que forrou os bolsos no tesouro imperial. Anos depois da morte de Cláudio, ocorrida em 54, Roma teria que contratar até generais mercenários, tamanha foi a debandada das suas elites. O governo dos libertos foi, pois, a ante-sala do domínio dos bárbaros.
Suetônio – A Vida dos Doze Césares (Rio de Janeiro, Edições de Ouro)
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