BUSCA + enter






As navegações | O infante | Os caminhos do Atlântico | O descobridor | A viagem | A carta de Caminha | Conclusões | Quadro da expansão marítima lusitana | Bibliografia

A Descoberta do Brasil

Quadro da Expansão Marítima Lusitana

Ano O Feito e o Fato
1415 Expedição portuguesa liderada pelo rei D. João I, conquista a cidade de Ceuta no norte da África, em 21 de agosto de 1415
1420/3 Os navegantes João Gonçalves Zarco e Tristão Teixeira descobrem a ilha da Madeira
1424 D.Fernando de Castro comanda expedição contra as ilhas Canárias
1425 Colonização da ilha da Madeira
1432 Gonçalo Velho viaja para a ilha dos Açores
1434 Gil Eanes passa o Cabo Bojador abrindo a rota para o sul da África
1437 Fracassa conquista do Marrocos. Portugueses derrotados na batalha de Tânger
1441 Nuno Tristão descobre o Cabo Branco
1443 O Infante D. Henrique recebe o Promontório de Sagres como Vila de Sagres, tornando o local, a partir de 1450, centro impulsionador das expedições navais lusitanas. D. Henrique morre ali em 1460.
1444 Dinis Dias descobre o Cabo Verde
1445 Gomes Pires, Laçarote e outros chegam ao Senegal
1456 Descoberta das ilhas do Cabo Verde
1484 Diogo Cão navega até a embocadura do Rio Zaire no Congo. Colombo oferece ao rei português os planos da viagem para chegar à Índia navegando pelo ocidente. Foi rejeitado.
1488 Bartolomeu Dias descortina o cabo das Tormentas, na África do Sul, rebatizado pelo rei João II de Cabo da Boa Esperança, abertura para os mares da Índia
1498 Vasco da Gama chega ao porto de Calicute na Índia
1500 Pedro Álvares Cabral desembarca no litoral do Brasil

Os Barcos


Barca - embarcação de 25 t., coberta só em parte com uma tripulação pequena de 10 ou 14 homens , tendo um mastro grande com vela quadrada e outra menor que podia rizar quando fosse preciso

Barinel - era maior e mais cumprido do que a barca e embora tivesse velas podia ser movido também a remos, como uma galé. Devido a isso tinha a necessidade de uma tripulação bem maior do que a da barca.

Caravelas - divididas em “redondas” ou armadas, eram embarcações de 50 toneladas, medindo de 20 a 30 metros de cumprimento por 6 a 8 de largura, com castelo na popa e três mastros apetrechados com velas “redondas” e latinas o que as permitia andar com vento lateral. Era consideradas as melhores para navegar. Nas que faziam viagens transoceânicas foram colocadas velas quadradas com 4 mastros, sendo que o do fraquete levava uma vela quadrada e as demais velas latinas. Seu peso saltou para 150-200 toneladas

Galeão - era um pequeno navio de guerra

Galera - barco a remo e velas, geralmente com um só mastro, utilizado em toda a Antigüidade para a navegação de curta distância. Por ter que transportar remadores, de 180 a 300 homens, sua capacidade de carga era reduzida. Navegava em mares fechados, como o Mediterrâneo, ou perto do litoral. Embarcação inútil nas viagens transoceânicas.

Nau - ou navio de carga e de passageiros, tinham castelos na proa e na ré e velas com Cruz-de-Cristo vermelhas pintadas. Pesavam ao redor de 400 t., mas algumas chegavam a 800 e até a mil t., consideradas excelentes para enfrentar o alto-mar e capazes de transportar grandes carregamentos.

|



 ÍNDICE DE BRASIL